21.5.11

As graças do Rio





Aí que saudade dessa areia, que saudade desses corpos todinhos à-vontade, aí que falta me fez essa cidade maravilhosa, ta aí feliz quem a batizou assim, me estico na minha canga e balanço meu copo, é to vendo que vou ficar mais uns dias por aqui!
Olho pros lados, nem dou muita trela pra minha prima, que insisti em chorar pelo seu noivado frustrado, to nem aí, to é mesmo interessada naquele carioca, toda malandro de chapéu vê se pode, de chapéu na praia, é pra tira o meu sossego ?!
Enquanto minha prima tenta salvar seu noivado, eu levanto, bato a areia que ficou no meu corpo, e vou toda faceira ao encontrei dessa maravilha toda... digo o meu habitual oie ...
E ele caí nas graças da mineirinha aqui, dou uma risada tranqüila, e ele enche meu copo e me convida para esticar com ele em uma roda de samba, pego minhas coisas beijo a buchecha da minha priminha chorona...
E me delicioso com o tal carioca!

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